Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005

Será possível ser mais reles? - Com Santana: SIM

Quando eu esperava que a campanha não pudesse descer mais baixo, depois dos cartazes da JSD, eis que Santana decide utilizar uma tirada do mais baixo possível, lançando suspeitas sobre a orientação sexual de José Sócrates num jantar com mulheres de Braga.
Esta conjectura que demonstra a verdadeira face da personagem, é apenas mais uma a juntar às muitas que Santana vomita diariamente, só que esta é a mais baixa e nojenta que lhe ouço.
Infelizmente, não sei porquê, mas as televisões não pegaram tanto nesta tirada, quanto pegaram na de Francisco Louçã a Portas. Porém espero que tal não seja intencional, porque senão, tal levar-me-ia a suspeitar que quererão que Santana se mantenha no seu poleiro, só para poderem ter notícias diárias.
Gostava de terminar com uma pergunta: Caros simpatizantes, filiados e outros adeptos do PSD, quem é que preferem: Portugal ou Santana?. Deixo-vos um desafio: se realmente gostam de Portugal votem em branco, já que não quererão votar com certeza em Sócrates. Só com um grande número de votos em branco (como nunca se tenha visto) é que Santana perceberá a mensagem que de facto é ELE e a sua governação que não prestam, e que os verdadeiros militantes do PSD não se identificam com ele.

Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2005

Nós e o Futuro...

Adoro o modo como tudo se repete neste mundo humano. Adoro como tudo é cíclico, como as pessoas teimam em parecer com os seus pais, avós ou ídolos.

Adoro ouvir as pessoas a criticar os jogos de computador, dizendo que são violentos, que fazem mal aos jovens e até que são coisas do demónio. E adoro ainda mais saber que já se disse o mesmo da televisão, do cinema e da rádio.

Adoro ouvir as pessoas dizerem que a internet é desagregadora, isolacionista, que faz mal à cabeça, entre outras baboseiras. Ainda mais quando sabemos que já se disse o mesmo do telefone,

Adoro, e sinto orgulho quando dizem que o Heavy Metal, o RAP e a música eletrónica são coisa má. Porque são péssimas influências para os jovens, transformam-nos em drogados, levam-nos para a criminalidade, destroem famílias, fazem-nos embebedarem-se e praticar sexo libertino. Exactamente as mesmas palavras que já proferiram contra o rock, o jazz, o samba e qualquer outro ritmo popular que imaginemos.

Adoro ver como as pessoas temem o vindouro. Como elas procuram protecção contra tudo que é diferente. Tudo que foge ao conhecimento que têm do pouco mundo que diariamente os rodeia.

E adoro ainda mais ver que toda essa resistência não adianta nada. O futuro chega sempre, continua e repetidamente. As pessoas nascem, vivem e morrem, mas as novidades continuarão a surgir. Por mais que se lute contra ele, o futuro acaba sempre por vir.

Então, quando isto acontece, temos duas opções: Ou perdemos o comboio da história e nos tornamos seres anacrónicos que começam todas as frase com “No meu tempo...” ou embarcamos de cabeça no futuro. Mas não passivamente, deveremos fazê-lo de forma activa e dinâmica! Tentando construir um futuro melhor, mas sem o temer. E temos de começar a fazê-lo AGORA.

Resistir contra isto é simplesmente inútil.

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2005

As Jotas, os Jotinhas e uns cartazes mal paridos

Quem andar nestes dias pelas ruas de Portugal verá dois cartazes da JSD relativos a José Sócrates e ao Bloco de Esquerda.
Começando pelo primeiro, apesar da foto tristonha de Sócrates, acho que ainda me faz querer votar mais nele, senão vejamos, basta-me conhecer as obras de Santana, os projectos de Santana e as outras baboseiras do cartaz, para me inclinar ainda mais para Sócrates.
Passando ao segundo, a comparação entre o desemprego de Portugal com o de países que sofrem desse mal há décadas e que por terem um capital humano com maior formação, conseguem mais facilmente suprir os efeitos negativos do desemprego, funciona mal, exactamente pelas razões atrás citadas. O que os pSDs (putos sociais democratas) não conseguem pôr no cartaz é a evolução do desemprego nos últimos três anos. Ignorância?, talvez não, acho que se trata da típica arrogância, demagogia e falta de verdade que este partido nos tem habituado ultimamente.
Sinceramente, para que é que serve a JSD? para fazer o trabalho sujo que os supostos adultos do partido queriam fazer, mas preferem que apareça com outro nome, com o nome dos putos, porque até se lhes pode perdoar porque são infantis e não sabem o que fazem.

Terça-feira, 25 de Janeiro de 2005

A influência do Influenzza

5 dias,
Foram 5 dias de ais, de uis, de ai meu deus, de quem me acodes, etc. Esta gripe não esteve com brincadeiras, e conseguiu mesmo afastar-me de tudo, até da blogosfera. Foi uma má influenzza sobre mim. Acho que já há muito tempo não apanhava uma destas.
Mas agora parece que já se foi, apesar do antibiótico ainda continuar mais uns dias e os anti-inflamatórios e o xarope a fazerem-lhe companhia.


Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2005

Tu sabes...

Sabes que o teu país está a viver uma autêntica revolução política e social quando percebes que estás mais interessado nas eleições e nos problemas do teu país do que em ti mesmo.
Aah, Como eu gostava de saber...

Terça-feira, 18 de Janeiro de 2005

A Causa do Plágio e a Infantilidade...

Por estes dias tem decorrido pela blogoesfera um debate aceso, que se não fosse ridículo, seria no mínimo revoltante.

Ao que parece, um membro de um dos meus ódios de referência, as juventudes partidárias, plagiou dois artigos de um dos blogues mais lidos e publicou-os no DN Madeira, como sendo obra sua.
Quanto a isto só tenho a dizer que é grave, mas que com um pedido formal de desculpas, a coisa até podia ser desculpada ou o pedido de pena aligeirado. Porém, o alegado ofensor (presidente da Juventude Popular da Madeira) veio alegar ser ele próprio o plagiado e, para tal referiu que os artigos em questão tinham sido escritos por si (aqui abro um parênteses para relatar que ditos artigos versavam sobre posteriores à data em que o impostor escreveu o posts no blog do seu partido) no dia 27 de Dezembro.

Vamos por partes:

Ou Se trata de Estupidez - por não reconhecer o erro e tentar fazer passar a ideia de que Vital Moreira ou Vicente Jorge Silva poderiam cometer a gaffe de copiar artigos, caindo no erro de os assinar com o seu nome, sem referir a fonte.
Ou se trata de Estupidez - Por tentar incluir esse artigo no blog do seu partido, sem pensar que o registo de publicação fica agarrado ao artigo, por muito que se mude a data.
Ou se trata de Estupidez - Por alterar a data para antes do acontecimento, qual Maya inspirada.
Ou se trata de Estupidez - Por ser um típico exemplo da direita malcriada e infantil que sofre do complexo Bart Simpson (I didn't do it!!) não reconhecendo os erros, ou pior ainda, só os reconhecendo quando já todos sabem, já o DN o demitiu, e já o presidente local do seu partido pediu desculpas por ele.

Por último, falta só referir uma coisa: Era de facto essencial continuar a bater no ceguinho até esta acção chegar onde chegou, pois aqui estamos a falar da honra de duas pessoas plagiadas e do direito à propriedade intelectual, por muito que esta seja cibernética e fácil de fazer 'copy' 'paste'. Por isto não venham blasfémias e outros blogues de direita pedir para resolver isto por outras vias que nunca chegariam a conclusão nenhuma.
Neste caso, o achincalhamento público do animal é a única forma de conseguir que casos destes não se repitam, e os tribunais estão demasiado cheios para arcarem com mais esta estupidez infantil.

Haja humildade, haja coerência, haja verdade e gente adulta, pois é disso que precisamos e não de infantis mimados à frente deste país, mesmo que sejam ainda em projecto para o futuro.

Blogocomentário conspiranóico

A literatura de ficção científica vai de mal a pior, os estudios de Holywood vivem uma crise de criatividade e a imaginação parece ter-se esfumado do mundo dos guionistas de televisão. Mas a Internet vai dando mostras de uma tendência contraria. Que mentes tão privilegiadas para a ficção se refugiam nesta rede, sobretudo agora que a blogoesfera é uma realidade!
Se a política consegue estar semanas barricada nos temas chatos que ocupam os meios de comunicação e a malta das tertúlias de bancada, temas esses que não parecem vir a resolver-se nunca, a blogoesfera leva-lhes a dianteira em termos de informação didáctica e de produção de conteúdos.
Haverá espaço mas democrático que este!?,
Deixemo-nos de tretas, Abaixo a política, e viva a blogoesfera. Abaixo o boletim de voto e acima com a caixa de comentários!
Conspiremos contra a constituição e os grilhões que nos impedem de eleger quem queremos via electrónica.
VIVA A BLOGOCRACIA!!!

Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2005

Cansaço...

Estou muito cansado.
Tão cansado que os olhos fecham-se-me.
As pálpebras batem com estrondo, como se se tratassem de uma janela de guilhotina solta sem querer por um Eu distraído.

Domingo, 16 de Janeiro de 2005

O Meu Sonho...

O meu verdadeiro sonho era saber que um dia os meus filhos não seriam como eu...
Que abraçariam a vida com
A persistência que não tive,
A Força que não possuí,
A Coragem que perdi,
O Amor que desperdicei e deixei fugir.

Sábado, 15 de Janeiro de 2005

A minha viagem.

A viagem que eu quero fazer não é longa nem perigosa,
é um simples passo que dou em direcção a um algo desconhecido que há muito me faz falta.
Posso não saber o que vou encontrar, mas este passo que darei far-me-á feliz por saber que desconheço o que me espera, e isso basta-me.

Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2005

História de Amor...

Então, com a voz embargada pelas lágrimas que o consumiam, com um nó de fogo na garganta e tendo o mais belo pôr-do-sol como pano de fundo, ele finalmente coseguiu dizer:

- Amor, (pausa) gosto mais de ti do que de batatas fritas...

Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2005

Dicionário do politicamente incorrecto

Comecemos por definir os termos:

- Políticamente correcto: Conjunto de ideias empacotadas com o falso selo do prestígio intelectual que só um pensamento fraco e incoerente aceita como válidas.
Os pensadores livres travaram ao longo da história uma enorme batalha contra esta imposição dos intelectuais que iam moldando o que eles consideravam ser pliticamente correcto, que não é mais do que o ideário dos inimigos da Liberdade. O pensamento único derivado desta tirania intelectual também é conhecido como 'progressista', 'social-comunista' 'fascista' ou, em linguagem própria de gente sem complexos, 'totalitário'.

- Políticamente incorrecto: Actividade desmitificadora e válida dos mais doutos pensadores que proporciona às pessoas inteligentes as ferramentas necessárias para resistir ao avanço enganador do politicamente correcto. Ante uma maioria de gente entregue ao universo de mentiras propagadas pela pseudo-intelectualidade, o pensamento incorrecto sobressai pela claridade de ideias e, sobretudo, pela firmeza moral. Depois da oportuna formação através dos autores adequados, qualquer espírito politicamente incorrecto adoptará a melhor óptica, sem dúvida alguma, para analizar a realidade: o liberalismo.
E que ninguém esqueça: os politicamente incorrectos somos nós, livres-pensadores e os politicamente correctos são sempre eles, os outros.

Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2005

Tudo o que começa tem sempre um fim.

(Sempre quis fazer um post de uma só frase)

Off Line

O mundo virtual possui imensas qualidades, e uma das melhores é a de quando queremos, podemos desligar-nos e Puff… deixámos de existir naquele mundo.
Ficar off line é uma virtude impossível no mundo real. Podemos colocar o nosso mundo «fechado para férias» durante o tempo que quisermos, podemos manter o nosso tempo suspenso.
No entanto o motivo que me manteve desligado hoje, foi mesmo um problema técnico, e durante esse tempo decidi pura e simplesmente não escrever, não actualizar este blog, pois se o fizesse, sentir-me-ia como um pastor a tentar cuidar das suas cabras por correspondência. Descobri que para mim, bloguear tem de ser feito ligado, ou não vale a pena.

Terça-feira, 11 de Janeiro de 2005

(. . .)

Hoje sinto-me um pouco reticente...

Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2005

Tecno-Problemas

Entre os DVDs que comprei e outros que recebi, tenho cerca de uns 15 para ver que não sei quando vou ter tempo para lhes dedicar a minha atenção. Porém agora até tenho o problema mais ou menos resolvido, pois tenho um aparelho de leitura novo. Há uns meses caí na asneira de comprar um daqueles baratuchos e tive de o trocar uma série de vezes até que me chateei e finalmente me decidi a comprar um melhorzinho.
Um dos casos que mais me fez pensar nisto dos DVDs foi quando as pilhas do comando, apesar do pouco uso, se foram e só conseguia colocar o filme em play ou pause, directamente no aparelho. Fiquei sem possibilidade de aceder aos menus especiais, passar capítulos para a frente, entre outras desilusões. Senti-me um puto mimado pelas imensas possibilidades que esta tecnologia lhe oferecia mas que faz birra por falta de uns cilindros energéticos que lhe pusessem o brinquedo a funcionar. Se ao menos reconhecer o mimo me fizesse sentir melhor, mas não, sentia-me privado de algo essencial à minha sobrevivência, de um prolongamento do meu ego masculino e primário. Felizmente finalmente descobri a solução: iria sacrificar o comando da televisão, privá-lo da sua energia para aceder ao meu mundo privado de sub-menus e outras delícias tecnológicas.

Domingo, 9 de Janeiro de 2005

Tradição inventada IX:

Um Panteão de cimento escuro, coberto por azulejos cinzentos e roxos formando imagens de anjos de olhar malévolo, devorando gárgulas serve de entrada para o cemitério de Santa Cristina de la Mala Suerte em Chilatzloalán no Peru.
Neste cemitério estão alojados cerca de um milhão de corpos, tantos quantos os que a cidade viva tem a calcorrear-lhe as ruas.
Dois vigilantes, escolhidos pela população de entre os homens em idade de combater, têm como nobre função evitar que feiticeiros, espíritos malévolos ou «santeros» nele entrem e roubem restos de corpos frescos para as suas cerimónias.

Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2005

2005

Celebrámos o fim de 2004, fizemos uma festa de fim de ano quando muitos vivem neste momento o fim do mundo. O pior dos apocalipses quotidianos, sobretudo se estes são consequência de fenómenos que tardam muitas décadas ou mesmo séculos em repetir-se, é o de sabermos que mesmo depois do desastre continuaremos a ter de percorrer os mesmos caminhos; mas na maioria dos países do sudeste asiático, isto significa percorrê-los agora mais pobres, com menos força e menos alento. Significa deixar para trás parte da vida, muita morte e contar com pouca esperança num futuro onde não se tem uma palavra a dizer e se depende da ajuda externa, que variará de acordo com os humores de G7s, G8s ou outros Gs que ocorram atribuir uma qualquer ajuda.
Faz-me pensar, e entristece-me saber que o melhor que pode acontecer àquela gente é ficarem em condições iguais às que tinham antes do maremoto, ou seja, ficarem mal. Os sobreviventes terão de continuar com o seu caminho de subdesenvolvimento com uma mágoa adicional que nunca será sanada. A ajuda internacional servirá para atenuar os efeitos da natureza e reconstruir em parte as suas vidas, mas não para os levar para além do nível de desenvolvimento que antes viviam.
Infelizmente, esta desgraça dada a sua magnitude não será fácil de esquecer, o que talvez sirva para manter a torneira da ajuda e cooperação aberta, porque todos sabemos que enquanto os media derem conta do recado e continuem a achar a história noticiável, nós ocidentais sentados no conforto de um lar com televisão por cabo, continuaremos a ser solidários.
Sei que a memória é curta, e que em certas ocasiões é necessário submetê-la a um estado de Stand By para que não vivamos numa constante e infernal depressão, mas espero que o acidente de 26 de Dezembro sirva pelo menos para nos tornar mais solidários enquanto cidadãos do mundo.

Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2005

Globalização e o Tsunami

tsunami.gif

Este é o primeiro Post que escrevo neste novo ano de 2005, e seria impossível não escrever algo sobre o mega desastre que se abateu terrivelmente sobre o sudeste asiático. Várias vezes me senti tentado a escrever sobre o Tsunami, maremoto ou como lhe queiram chamar (apesar de eu achar que Tsunami não tem sempre que ver com maremotos, podendo derivar de uma queda de meteorito, ou de grande agitação vulcânica do subsolo oceânico), porém, a minha sede de informação era maior que a minha vontade de comentar o sucedido, por isso só agora decidi tecer um comentário a este terrível acontecimento.
E comento-o, não para chorar a desgraça, mas para elogiar algo que sempre critiquei, apesar de reconhecer alguns (poucos) méritos: A Globalização, essa tendência do novo capitalismo, que não pode ser parada, mas que neste caso demonstrou que por vezes pode ser útil e, até mesmo a única esperança para aqueles que dela poucas vezes beneficiaram. Hoje em dia querer deter a globalização é discursar para as paredes. Aquilo que se pode e deve tentar fazer é humanizar esta tendência e colocá-la ao serviço daqueles a quem ela continuamente explora.
A humanização da globalização, será a grande responsável pela rápida, grande e nunca antes vista cooperação dos povos entre si por forma a ajudarem as povoações afectadas pelo desastre. Dificilmente, sem a globalização empresarial, governamental e mediática que temos hoje em dia, se conseguiria movimentar um tão grande fluxo de ajudas como o que se está a conseguir gerar para aquela zona.
Claro que me dirão que o facto de milhares de mortos serem ocidentais será a grande causadora da enchente de donativos, porém eu contraponho: E não serão esses mesmos turistas reflexo da própria globalização?.

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