Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2005

Óscar, Mas Porquê Óscar??

Hoje já não faz sentido um nome assim, porque não Martim, ou Francisco Maria?, era muito mais In.

Minorias Étnicas ….


Gostaria de comunicar, que face aos resultados das últimas eleições, vou passar uma procuração a um elemento de uma minoria étnica muitíssimo analfabeta, assim como assim, são esses que assinam de cruz e passa a haver uma explicação para o aumento dos votos do BE!!!

Ganhou o Óscar!!!

Terá sido um cão, um marido ou uma estatueta!!!!??

A Vida segundo o Fado

Nesta vida, segundo conta um fado, há que saber sofrer, depois amar, depois partir, talvez voltar, e por fim andar sem pensamentos. Não creio que haja no mundo, conselho melhor e mais sintético que este. Talvez não seja uma verdade absoluta, não sendo por isso necessário tomá-la como verdade absoluta, mas é um óptimo lembrete para pessoas como eu, que às vezes queremos saltar directamente do primeiro para o último passo, como se uma caminhada fosse composta unicamente por dois passos.

Domingo, 27 de Fevereiro de 2005

Curta

Quando viu que ela entrava no bar onde meses antes se tinham conhecido, colocou os óculos escuros e tomou um comprimido para normalizar o ritmo cardíaco. Pensou que talvez não o reconhecesse por detrás das lentes Vuarnet. Virou-se de lado para se esconder ainda mais, porém o seu nome acabava de ser pronunciado, e todo o bar estava agora suspenso no silêncio da sua reacção. Enquanto se virava, sentiu uma mão a ser chicoteada contra o seu rosto e com o impacto recuou um pouco, indo de encontro a uma mesa de pé alto e derrubando os copos que nela se encontravam.
Quando se recuperou já a figura feminina desaparecia por detrás da porta giratória.
Aos poucos o silêncio foi desaparecendo até voltar o ruído normal de fundo.
Desde então, sempre negou a ocorrência deste episódio... e de todas as outras vezes em que isto sucedeu.

Sábado, 26 de Fevereiro de 2005

Saudades Caracterianas

ÇÃÕÊÔÂçãõêôâ, ÇÃÕÊÔÂçãõêôâ, ÇÃÕÊÔÂçãõêôâ, ÇÃÕÊÔÂçãõêôâ, ÇÃÕÊÔÂçãõêôâ,

Depois de ler tantas páginas estrangeiras, estava com saudades destes caracteres, desculpem lá o desabafo.

Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2005

Para tentar ser Rico e Feliz....

Uma vez vendi a minha alma ao Diabo...
Felizmente ele perdeu o recibo, senão a esta hora estava tramado, porque apesar de não saber porquê, sinto-me feliz e encontrei uma nota de 20 Euros num casaco que já não usava há eras...

Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2005

História Conduzida Sem Fio Condutor,

«Vamos para onde?» Disse o taxista com tom mecânico e eu respondi: «Vamos bem...», como se me tivesse preguntado como estava. Então, vendo que eu estava distraido, tentou psicoanalisar-me com pensamentos erráticos e rebuscados, fazendo jus ao seu trabalho e à concepção estereotipada que temos de um taxista. Mas atenção, não quero com isto dizer que os taxistas sejam todos rebuscados, porque isso seria o mesmo que dizer que Eu mesmo (e 99,9% da população portuguesa) somos taxistas e isso é coisa que eu nunca diria, porque por um lado não sou taxista e por outro, não sou rebuscado. Se alguma vez fui rebuscado, isso deve-se a que evidentemente nunca me buscaram o suficiente, e isto consigo prová-lo, porque nunca fui encontrado.
Bem, mas voltando ao fio condutor desta história: Era um dia frio, e estava de volta do país vizinho, com a paciência no limite, e a atenção também em baixo, por isso após ouvir um discurso quasi freudiano de improviso, lá respondi: «Para os Olivais... Junto ao Shopping». Com isto, o semblante do personagem transfigurou-se, para aquele a que estamos acostumados a ver atrás do volante de um Mercedes 190D importado. «Anda um gajo aqui uma hora e tal à espera e tinha logo que me vir um serviço aqui para o lado...». Não respondi a esta não-pergunta. Até chegar ao destino não abri a boca, voltei a distrair-me com a minha vida, voltei a pensar na morte de muitas bezerras, enquanto ao fundo podia ouvir os grunhidos em surdina vociferados pelo condutor.
Em cinco minutos chegámos, em 10 segundos paguei e saí. Inspirei fundo e cheguei a uma conclusão sobre mim mesmo: Que eu seja rebuscado ou «buscado» não é importante, sou como sou, e não vale a pena tentar mudar-me. Eu que me preguntava se seria certo ser grandiloquente, cheguei à conclusão que afinal sou mesmo um grande delinquente do idioma português, com palavras como «buscado» que aparecem aqui por causa da viagem.
Isto de ser português e de aprender facilmente outros idiomas é tramado, quando voltamos ficamos sempre a perder, contaminamo-nos sempre com os outros linguajares.
Quanto ao Taxista, não sei, nem me lembro se recebi o troco...

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2005

Serei Santanista? Serei assim tão simples?

Ainda hoje pensei em mim desta forma:
«Eu nunca me contradigo, excepto quando digo uma coisa e passado um tempo outra, que só por acaso é o seu contrário!»

E desta forma, resumi a explicação possível sobre mim mesmo em 22 palavras.
Será um Santanismo?, Serei assim tão simples?

Será a idade?

Hoje descobri que não me lembro do meu primeiro beijo.

Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2005

Dizeres do Contra

Hoje foi enviado por Correio Expresso um convite à participação de um novo membro para este blogue, assumindo este desta forma um carácter plural, e mais produtivo.
Dizeres do contra, desejo que aceites, desejo que contribuas muito e que no fundo sejas feliz, que é isso que é preciso, já que este blogue corria o risco de se tornar demasiado sério.
Dizeres do Contra, wellcome to the blogoesfera.

Ditado Inventado para Santana e os seus

Não se chega muito longe de olhos fechados. Chega-se muito baixo.

Tradição Inventada XI

Reza uma história, lá para o médio-oriente longínquo, que um dia um génio se esqueceu da forma de voltar a entrar para a sua lâmpada mágica. Porém, tal facto nunca o preocupou muito. Passou a admirar o facto de conseguir viver do lado de fora do recipiente, e agora em vez de realizar os desejos dos outros, satisfaz os seus próprios, que em três mil anos eram já muitos.
Conta-se, lá para as zonas quentes onde isto sucedeu que o Génio agora gasta os seus desejos em gelados e granizados.

Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2005

Era Uma Vez um Príncipe...

Tão, mas tão ciumento e tão cioso da sua princesa que durante o dia olhava de soslaio para todos os homens e, durante a noite ia para o lago matar sapos, por poderem ser seus concorrentes.

Limpinho...

Às vezes dou por mim a cogitar o seguinte:
«E se eu fosse assim?, e se eu fosse assado? e se fosse rico? e se fosse inteligente? e se isto? e se aquilo?»
Depois vou buscar um aspirador mental e uma esfregona ideológica e limpo a mente por uns instantes até o pó do pensamento assentar, e voltar tudo à mesma.
De facto, não há nada mais importante para nos sentirmos bem que uma boa Higiene Emocional.

O Dia de Ontem, a Política de hoje.

Finalmente acabaram as eleições, já era tempo. Mas porque é que continuamos com os formalismos do Sec XIX e não se marcam logo as eleições para um Mês, ou 15 dias depois?. Está bem, não vale a pena falar mais disto, o que interessa é que felizmente, estas eleições acabaram e conseguiu-se expulsar o menino-guerreiro do palanque governativo.
O PS ganhou (quanto a mim bem), o PP perdeu mas saiu melhor que o PPD de Santana que como previa se agarrou como uma lapa à presidência do partido, o BE foi a grande reviravolta eleitoral, ao mais que duplicar o numero de assentos, a CDU subiu. Enfim, tudo está pronto para que isto mude. Agora só tenho uma coisa a dizer aos próximos governantes e restante assistência (sim, não vão passar disso) parlamentar:
TRABALHEM, que é para isso que vos demos o voto de confiança. Por uma vez na nossa curta democracia, não defraudem aqueles que acreditaram em vocês.
Façam da política de hoje o oposto destes últimos seis meses.
O dia de ontem foi-se, suou-se e venceu-se.
A Política de Hoje tem ainda de ser, de se suar e de se vencer, por isso façam-nos ter orgulho em vós, TRABALHEM.

Domingo, 20 de Fevereiro de 2005

( ? )

Hoje sinto-me bastante Interrogativo.
Serão as eleições?
Será o Vento?
O que será?

Sábado, 19 de Fevereiro de 2005

Tradição Inventada X

Numa Aldeia nos confins da Serra do Gerês, conta uma lenda que uma noite foi representada uma comédia na casa do povo, na qual um homem mascarado de diabo, participava. Ia o homem vestido com um traje vermelho, dois chifres negros e uma cauda vermelha com a ponta em forma de flecha também ela do mesmo negro dos chifres. Era um traje intimidatório, de tão real que era, e coincidiu com uma actuação também ela intensamente realista.
Uma vez terminados os actos e consequentes despedidas, o homem regressou a sua casa, ainda excitado pelos aplausos e guiado por um desejo ardente de possuir de forma imediata a sua mulher, o que fez, mesmo sem se ter desmaquilhado ou despido o hábito demoníaco. Como consequência do acto a mulher engravidou porém, durante todo o tempo de esperanças, não lhe saía da cabeça a imagem de ter sido possuída por um demónio. Durante o parto, os médicos incrédulos tiraram do seu ventre uma criança, mas uma criança diferente, uma criança parecida com o traje que o seu pai usara na fatídica noite. A mãe terá morrido no parto e o bebé prodígio sobreviveu só cerca de seis dias, vindo a morrer, segundo se diz na aldeia, devido a um banho em água que a avó previamente mandara benzer.
O pai enlouqueceu pelas duas perdas, e desapareceu para nunca mais ser visto. Porém, segundo contam os velhos da aldeia, ele nunca deixou as redondezas, e ainda hoje quando o tempo arrefece, dizem que ouvem os risos demoníacos que profere quando o nevoeiro cobre a aldeia em noites mais frias.

Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2005

A Ciência aplicada a mim:

Ser-se humano supõe ser-se demasiado: abarcar coisas que agrupam ainda mais coisas, conhecimentos que abarcam mais conhecimentos. Ser humano significa ser um conjunto com um determinado número de elementos, imerso no Universo (Universo que, por outra parte, ninguém conhece nem vê, nem sequer entende). Por outro lado, ser-se humano está directamente relacionado com ser-se vivo, com acção, com movimento e não com inércia (isto, por mais que me doa é mesmo um dogma pessoal). Então, se sr humano correponde à ideia de conjunto, um conjunto que se relaciona com outros conjuntos mediante certas funções. Para que esta humanidade se dê, é necessário que estejam cumpridos certos requisitos, que são:
1. Unicidade – do ser humano como ser único
2. Existência – do ser humano como ser real
Agora, tratando de tentar esta definição, com a definição da minha pessoa, vemos que ambas são divergentes, por isso aqui está a prova de que não cumpro nenhuma das condições exigidas.
Desta forma consegui demonstrar pseudo-cientificamente a mim mesmo a minha Desumanidade.

Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2005

Sonho Publicitário

Sonho com o dia em que vá andando pela rua e veja um cartaz com a seguinte publicidade:

«Não tem motivos suficientes para chorar?
Será que acha a sua vida demasiado preenchida e feliz?
Acha-se muito bom, o maior?
Não seja mais um maldito contente da vida, prove o novíssimo Serviço Gratuito de Agressão e Insulto ao Cliente®
O nosso lema é:
«O cliente tem sempre razão, quando tem de facto razão, ou quando nós entendermos que tem razão»
Primeiro averiguaremos quem você é, depois recordamos-lhe quem de facto você é, e se isso não for suficiente, temos para oferecer-lhe um aumento de custo de 65% no acto de pagamento: se não sofrer pelo tratamento sofrerá com certeza na hora de pagar.»

Será que foi mesmo um sonho?
Se calhar não, acho que ontem fui mesmo a uma loja do cidadão e pagar o seguro do carro.

Podem-me chamar o que quiserem,

Mas continuo a pensar que os homens não devem ser recipientes fechados para conterem o máximo de mulheres possível. Gosto de ter só uma. Gosto que essa seja quem é.

Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2005

Que Mundo? Que Futuro? Que Ambiente? Quioto?

kyoto.gif

Hoje ao ver os noticiários a manhã na televisão, fiquei a saber que terá sido assinado hoje às 9:30 o protocolo de Quioto. Fico feliz por saber que finalmente o mundo está unido em torno de uma causa comum, por duas coisas que dizem respeito a todos nós: o Futuro e o Planeta Terra. Agradou-me saber que a ratificação do acordo pela Rússia viabilizou o protocolo, mas fico sem saber o que pensar do facto do maior poluidor do Mundo, os EUA terem ficado de fora por motivos puramente ignóbeis que se prendem directamente com uma afirmação de identidade americana como uma nação consumo-dependente.
Irrita-me o facto dos EUA, e sobretudo a política dos conservadores (ligados ao negócio do petróleo) em não quererem ceder um milímetro para o bem comum mundial.
Cada vez mais, assistimos ao desaparecimento de espécies animais e vegetais, de glaciares, e até de estações do ano. Os desastres provocados por alterações do clima são cada vez mais frequentes (inclusivamente nos EUA) e mais mortíferos e, não faz sentido continuarmos a avançar e assobiar para o lado como se não fosse connosco.
Considero que Quioto é essencial, e que o que precisamos agora é de mais Quiotos, um para a pobreza, um para a fome e um para as doenças.
Será pedir demasiado? Claro que sim, mas será realizável? Também. Só necessitamos que todos estejamos unidos nestas lutas e que os EUA como sempre não fiquem de fora, até porque estes protocolos apesar de se tratarem apenas de declarações de intenções, contam muito em termos políticos e de mobilização geral.

Da Solidão Louca...

A solidão saboreia-se melhor acompanhado, assim como a noite serve para que afundemos os nossos olhos nela e nos submergirmos, perdendo-nos.

Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2005

Heranças

Ontem dei por mim a pensar naquilo que terei herdado dos meus pais. A lista era tão pequena que não sabia como me havia de sentir, creio que por achar que sou muito independente, fiquei algo contente.
E fiquei mais contente ainda quando cheguei às seguintes Conclusões:
Sou a primeira geração (do meu lado da família, não contando com tios)
-Que conduz.
-Que viajou de avião.
-Que não se casou pela igreja.
-Que viveu só.
-Que acabou a universidade.
-Que tem dúvidas existenciais.
-Que tem um Blog
-Que se faz este tipo de análise.

Se serei de uma melhor ou pior geração, não sei, só sei que não me sinto nada bem assim.

Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2005

Algumas vezes

Damos por nós a pensar:
«Está a ser uma conversa tão boa. E Eu aqui sem nada de filosófico à mão para dizer...»

Domingo, 13 de Fevereiro de 2005

Os novos Confessionários

Os Blogs estão definitivamente na moda, e vieram para ficar. Atrevo-me a dizer que os considero os confessionários do século XXI. E pelo que se pode ver, são confessionários que são agradáveis, modernos, e que não nos causam sentimento de medo ou desconforto como os confessionários católicos poderiam causar. Encanta-nos a nós Blogueiros, escrever tudo o que escrevemos. Sentimos uma expiação, uma expulsão dos nossos pecados, amarguras ou negativismos quando escrevemos.
É bom fdeitar cá para fora, para o virtual, todos os conflitos existenciais de dor e pena, todos os problemas por resolver, todas as contradições, todas as preocupações, e saber que haverá alguém que possivelmente, um dia as lerá. E talvez mesmo as compreenderá e se identificará com elas.
O conjunto de blogs e blogueadores, é no fundo um partilhar de fracassos e sucessos existenciais com a vida. E alguns de nós gostamos disto.

Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2005

Equilíbrio

O Equilíbrio é uma linha muito estreita na vida que vivemos. Quando se rompe este equilíbrio, tudo fica mais complicado. Por isso assistimos a tantos divórcios, por isso caem as Economias.
As pessoas não entendem realmente a verdadeira importância do equilíbrio nas suas vidas. Bem, para ser verdadeiro, eu também não sei e não lhe dou o valor que merece. Um destes dias bebi mais do que devia e no dia seguinte senti-me mal, ou seja, rompi o Equilíbrio. E assim tem sido a minha vida, vou alegremente quebrando o equilíbrio que me deveria orientar.

Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2005

Desculpem

Se alguma vez escrevi alguma coisa neste blog que vos tenha feito pensar, peço desculpa, não foi com intenção.
Ass: A gerência

Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2005

Plano C

O plano A tende, nestes últimos dias a ser pouco confiável, e muitas vezes tende para op fracasso.
O Plano B que o segue, é um conjunto de reformulações inúteis do A, com algum toque de pânico e cuja expressão que o caracteriza melhor é: «E agora?".
O plano C nunca chega a ser tão prolixo, nem tão exuberante ou pomposo, mas acaba sempre por superar o A por ser mais racional.
Creio por isto que me fico com o C.

Não sei porquê, mas alguma estúpida razão, leva-me a actuar alfabeticamente.
Porque não nomeá-los plano 1, 2 e 3?.

Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2005

Da Caça...

Gosto de saber que os caçadores também são Mortais...

Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2005

Angústia

s. f. 1. Espaço reduzido; estreiteza. 2. Carência, falta. 3. Estado de grande inquietude que parece apertar o coração. 4. Medic. Estenose. 5. Aflição, sofrimento. 6.Portugal. 7. Futuro

Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2005

À frente do seu tempo..

Há expressões nas quais não acredito, e esta é uma delas.
Não compro essa história de que "fulano é um homem a frente do seu tempo".

Ninguém está a frente do seu tempo. Todos somos fruto do tempo em que vivemos.

O que muda é que alguns interpretam a época em que vivem de uma forma diferente da maioria das pessoas, sendo por isso inovadores, mas nunca vivendo fora da época em que se inserem.

Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2005

Ano Novo, Mês Novo - Desejos Velhos

Estamos a menos de um mês de umas eleições, e semelhante perspectiva no início do ano tem que se notar nalgum lado.
Em vez de iniciar agora, apesar de um mês mais tarde, a escritura da mais que sabida lista de bons propósitos para o ano novo (sim, esses que nunca se cumprem, e que servem unicamente para constatar meses depois que, mais uma vez, voltámos a não cumprir os compromisos que nos propusémos), vou antes formular uma série de desejos bons imbuidos de um idealismo que é tão propício destas datas.
Com um pouco de sorte, estes desejos pré-eleitorais podem tornar-se realidade, graças à intermediação dos Reis Magos, porque o que é certo e sabido é que se não houver boas prendas, os desejos transformar-se-ão em apenas 'bons propósitos', cuja característica principal é o facto de nunca se cumprirem, como se fossem promessas de políticos em campanha eleitoral (sic). Será que seremos alguma vez cidadãos capazes de transformarmos estes velhos desejos em verdades exigíveis aos candidatos?
1. Desejo que as promessas sejam só proferidas quando sejam realizáveis.
2. Desejo que a classe política portuguesa cresça, se torne adulta e responsável.
3. Desejo que a campanha se centre no que se vai fazer com o país e não na vida privada dos candidatos
4. Desejo tanta coisa que nem sei mais o que desejar
5. Sou mesmo ingénuo, ou serei simplesmente um sonhador?

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